Gatos, leopardos e coisas felinas
Coisas que não fazem lógica.
Pensamentos, que me vem pela noite, em crescendo de sabor e dissabor.
Coisas que apenas quero saber.
Se há algum pensamento, permanece em passado, como um fluir de tempo, com objectivos esquecidos.
Coisas, que com um gesto vem pela noite.
Pensamentos?
Acima de tudo memórias, as quais preferiria não esquecer.
Mas são momentos que vêm e vão…
O meu pensamento?
Quer pela memória de viver, como não esquecer, como efectivamente relembrar?
Sabe como um fechar de braços.
Vivência do dia-a-dia.
Um sorriso
Por pura coincidência.
Poucas coisas posso pedir, como um desejo à noite.
Poucas coisas saberia exigir, como um sonho pedido.
Ainda assim, pedir autorização não é parte de mim.
Se me é permitido, saio por aí, procuro, tento alcançar, na verdade, não tenho como alcançar.
Sempre um disfarce, sempre uma vertente, sempre um caminho oculto.
Uma variante incontornável, que observo, a cada dia, aparentemente imutável.
Ainda assim, como almejo esse alento que carrego comigo, uma coisa tão parva que poderia parecer trivial a mais simples pessoa.
E assim, como uma adivinha será que queres saber?
Será que ainda vens procurar?
Será que ainda sabes encontrar?
Para mim, quero uma coisa simples e que simplesmente não espero encontrar.
Voltamos a falar?
Seria apenas mais um momento.
E de tudo o que posso pedir.
De tudo o que posso querer.
Quero apenas isso.
E fora tu, que venhas ler, não saberão entender.
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