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Lua vermelha, Lua negra

O sangue cobre estas ruas. Tal como cobre o teu olhar… Lua Vermelha, tenebrosa… Que ás de ser tu se não a nossa perdição? Esse momento tão distante… Que devemos olvidar… O sangue… O seu cheiro, a sua cor, o seu sabor… Tudo se confunde no ar quente desta noite… E a lua vermelha reflecte-se no teu olhar… Lágrimas vermelhas escorrem pela tua face… Qual preciosos rubis as irei guardar… Dá-me assim a eterna noite, dessa lua tenebrosa… Dá-me assim o precioso sangue, a vida maldita… A lua reflecte-se no teu olhar… És a Deusa de Sangue, Terror e Sedução… Lua Vermelha, Lua Negra… És tu a Lua desta noite… Senhora Vermelha de vestido Negro… Tentação final… E a lua vermelha, reflectida no teu olhar… Foi por ti pintada, doce meretriz de perdição…

Sem rima, medida ou ritmo.

A minha mente, esta fora daqui. A viajar por terras distantes, tão distantes como o teu mundo. Deixei este corpo. Desconheço o seu paradeiro… Que se encontre perdido, destroçado, bem guardado ou enclausurado. Nada disso é mais ou menos que um facto adormecido, tal como esse corpo perdido… Sinto-me a flutuar. Vagueio por esse mar celeste com polvilhados de branco neve, gelados como este coração dormente. E então penso, reflicto e avalio toda a situação… Questiono e indago… Renuncio ou não a esta existência?... Sinto-me doente e dormente, demente e decadente, desligado de tudo existente em absolutamente nada… Vagueio então a deriva, calmamente por essa tempestade perfeita. Confortavelmente em silencio, ociosamente em solidão… Desliguei-me do meu mundo, dediquei-me a errar pelo teu, caminhando ao ritmo das estações, observando os sons da vida. Deixei-me dormir. Enganei o caminho da vida… Deixei-me dormir sem ti… E esse, foi o sono e o sonho final.

Abstracto

“Olá.” Recomeça a frase, deixa-me a meias, dá-me voltas, faz-me rir, tira-me o sentido já que nada mais faz sentido, atira-me com uma almofada, faz-me rir, brinca comigo. “Anda comigo por aí, vamos perder-nos onde tudo é conhecido, onde toda a vida foi passar onde todo o futuro esta morto, onde todo o passado se revolve nos segundos de uma segunda vida onde a mente deambula por campos elísios e onde absolutamente tudo passa invariavelmente por convergir numa teoria sem lógica, sem sentido e sem solução.” Recomeça o pensamento, deixa o ilógico partir com o lógico, nada deve ser mais claro que as coisas que não queres entender, nada deve ser mais imperceptível que o humanamente concebível. “Junta-te a mim, não saias deste sítio sem mim, não saias deste mundo sem me levares contigo, dorme comigo, a noite ainda é jovem e o amanhecer é uma promessa distante.” Não te convenças do possível, convence o impossível de ti, não penses em agir mas não ajas sem pensar. A vida opera-se, as roldanas v...

Surreal.

Desconcerta-me, desgoverna-me, diz-me algo, deixa-me ao relento coberto com um manto de estrelas, deixa a lua ser a minha amante. Deslumbra-me, toca-me os sentidos, deixa-me cego, reduz-me a zero, eleva-me ao um expoente máximo de loucura. Desliga-me. Nada, simplesmente nada, as coisas ditas são tidas como loucuras de uma vida, irracionalidades de um momento, palavras vazias ecos de uma sonoridade inconstante, ruídos residuais, pequenos vírus que se arrastam pelo ar, aos quais todos nós somos invulneráveis mas que ocasionalmente nos deitam abaixo. Fecha os olhos. Esquece essas mentiras. Não me sorrias, esse sol é demasiado amarelo e o mundo já o conhece bem demais. Fecha os olhos. E escuta. Escuta como nada é transmutado em tudo e como tudo é reduzido a nada. Fecha os olhos. Torna-te inconstante para poderes ser constante. Liberta-te, liberta-me, dá-me um ar de liberdade, deixa-me respirar como se nunca o tivesse feito, deixa-me beber a vida por uma palhinha, deixa a vida passar, nada ...

Somente em veemência

Moro fora de mim. Todo um universo delineado em linhas verticais e tudo escrito numa volta horizontal numa tinta que escorre por essas linhas como sangue. Sinto-me cadente, em plena imensidão de agua seguida pelo mergulho e nada se conecta nada se liga ao deslindrar deste movimento. Moro perdido, sempre fora de mim. A realidade que se vai distorcendo, as coisas que se vão cosendo á veloz tecelagem de seres imaginarios e nada recai sobre tudo e tudo se revolta em nada. Sinto-me deprimente, em pleno sonolência em suturação de sentido em romper de moralidades. Moro fora de tudo, omnisciente fora de mim. Prego essa alma ao alto, deixo que a sua sombra assombre a noite, deixo que o seu temor se torne eterno e que tudo se resuma a um murmurio assustador. Sinto-me ausente, desconheço-me em sentido, recaio sobre essa areia, revolve-se esse sangue e nada é tão aparente como a aparência. Gostava de morar perto de ti, ao centro de ti, ao cardeal de algo para ti. Recairia sobre mim essa vontade, r...

Dança comigo

Receita-me um despreocupar generalizado. Como anestesia sentimental. Não quero saber ou sentir. Não quero saber o que pode correr mal. Indica-me um princípio para todos os fins. Um sinal que nada será certo e uma incerteza de que tudo correrá mal. Alarga-me uma vista tacanha. Esta humana parece servir-me mal. Faz-me sentir bem. Dá-me uma resposta concreta que mesmo assim não saberei se me apraz. Afasta-me este medo. Um terror omitido e negado, destituído de sanidade. Desliga-me o dom de me preocupar. Torna-me qual robô, frio, estático, vertical. Diz-me como não viver em verdades meias. Dá-me a mentira completa. Pelo menos essa sei que é real. Não me iludas. Faz essa magia, cega-me os olhos, deixa-me iludido, tanto faz. Desfaz-me a sinceridade. Torna-me desonesto, intriguista, cruel, enfim, malvado e desumano. Ou não faças nada. Mas ama-me. De tudo o resto, seria o mais importante.

Confusão

Escavo-me pelo meio das minhas velhas folhas, lançadas ao vento poisadas pelo chão, sobre a secretária cheias de palavras e letras de ideias e contradições de coisas que vou lendo, revendo, relembrando, repensando e reconsiderando. Sinto-me escravo disso que não conheço, pergunto-me, se existe um fado, se existe uma total impossibilidade de controlarmos o que fazemos e o que acontece. Desconheço e tento não crer, surge me como uma ideia absurda que tudo o que se faça esteja já a partida decidido ou que seja simplesmente cosido por figuras fantásticas escondidas por detrás do véu. Rodopio na cadeira, sinto-me sinceramente sonolento, não sei explicar isto, não sei, não mo peçam. Conforto-me no véu nocturno celeste, nesse pontilhado mil, na eterna amante e musa dos poetas, na sonolência de tudo o que existe numa memória mais calma onde faltou um caderno, uma folha e uma caneta para escrever o que se ia passando. Tempus Fugit. Segue-se esse abandonar dos sentidos, o abraçar do sono, a bene...

Não sei, não perguntes.

Não me faças perguntas para as quais não queres respostas. Pois sou de uma sadicidade imoral e de uma moral ultrajante. Não me coloques questões para as quais já conheces as respostas. Pois tudo o que diga fará feridas que não apagarás. Não procures respostas para aquilo que desconheces. Comigo essas respostas serão algo que não pretendes. Não me perguntes nada. Neste momento sou vazio. Neste momento sou medo. Neste momento sou o desconhecido. Não me perguntes o significado do que não irás compreender. Neste momento desenhar-te-hei mil respostas fatídicas. Neste momento pintarei o quadro de preto e o céu de vermelho. Neste momento ignorarei o teu choro e sorverei as tuas lágrimas. Não queiras respostas. Podes não gostar do que te vou dizer.

Prefácio da maldição

Prefácio da maldição, conhecimento de toda a loucura… Insinuação da incerteza, descontentamento da beleza, sobreposição da pureza, sublimação da manipulação, extrema certeza da estupidez, estranho conhecimento da verdade. A dança maldita de histórias semeadas ao vento, colhidas na tempestade, remoídas, revolvidas, recontadas, reescritas em suma repugnantes… O desaparecimento da verdade, o caminho, não! A vida da mentira, os longos curtos passos da falsidade, os imbróglios de quem engana a falsidade falácia, o horror, o temor, a vergonha da verdade… O vendaval de mudanças, as coisas que se constroem nas dunas das praias, as ondas gigantes que as arrasam… A dança maquiavélica dos momentos, o desconhecimento de todos os tons, as meias palavras, as frases por concluir, os segredos de medo, o terror da unificação… O tomar algo como decidido, as coisas contadas, as palavras que jorram, as mentiras mal contadas… O conhecimento… A conclusão… A negação… A exclusão… A certeza da verdade, a calma...

Vivenda Mortis

Moro numa casa de lágrimas, com paredes forradas de medo… Moro numa casa de mentiras, com janelas de ilusão… Moro numa casa de tristeza, desconcertado lar do coração… Moro numa casa de pesadelos, com paredes de maldição… Moro numa casa de terror, porta a porta com a solidão… Moro numa casa de intrigas, com inquilinos de traição… Moro numa casa vazia… Com que enche-la? Com que mantê-la? Porque morar nela?

Sons e memórias.

Oiço a chuva cair. Cada gota faz por si um som unico. Cada gota cai no seu devido lugar. Cada gota tem a sua melodia. Oiço a chuva cair... Lá fora a noite serena envolveu o mundo no seu manto E todas as formas são alinhadamente desalinhadas em vultos negros com a luz tremule. Oiço a chuva cair... A terra lava-se de si mesma e todo o negrume da noite jaz dormente... E cada gota encontra-se num pequeno lago de ilusões... Oiço a chuva cair... A minha mente e o meu ser descançam embalados em tom batente... O meu subconsciente viaja, vagueia pelos sons correntes... Oiço a chuva cair... Dou por mim em viagem pelo inconsciente consciente... Deparo-me abraçado a uma memória dormente... Oiço a chuva cair... Em sonhos inconsciente, abro os olhos e a ti te vejo... Abraço-te perto mas suavemente... Acordo. Tudo se desvance... Oiço a chuva cair... Ela dita a nossa valsa... E é tudo tão indiferente.

Esquecido do esquecimento....

Invade-me um total desalento.Recôndito desanimo e total desprezo destas horas passadas... Escondo-me ou deveria esconder-me por entre lençóis e edredões E no entanto encontro-me dormentemente acordado Encontro-me em total cansaço, desespero de injusta causa... Debato-me comigo mesmo no esquecimento do meu cansaço... E ainda assim, é tudo dúbio, inútil e exasperante... Nada realmente se compõem por uma regra fidedigna e nada se manifesta em ordem pura... Não me escondo, mas desejava esconder-me... Mas a regra muda e nada certo é mais que uma ilusão aparente... Invade-me um total desalento, um total desprezo e um total cansaço... Consome-me esta fadiga e esta falta de vida... Aspiro ao repouso, aspiro ao refugio da alcova... Deixem-me dormir... Que ao dormir... Pelo menos a vida não é tão irreal...

Demónio das horas vagas

Revolto-me, desta desconfiança geral, deste mal estar gerado de mim mesmo desta falta completa de afazeres, desta completa passagem de tempo, desta calma perpetua, desde ócio descomunal, destas coisas que se vão passando e de todas as coisas que me vão escapando… Odeio este ócio, estas horas vagas, estes tempos sem fazer nada, estes desperdícios sucedidos de vida estas horas mortas… Percorre-me a mente o demónio das horas vagas… Esse consumir de tempo, este seguimento de eventos que me deixam perplexo e estupefacto a vislumbrar tudo o que passa, todo este tédio que me enche e todo este rápido passar de tempo desperdiçado e sim, reforço esta ideia, desperdiçado sem que possa fazer nada para o recuperar… Persegue-me o Demónio das horas vagas… Ser ingrato, não me deixa repousar, revolve a minha mente, deixa-me frenético, de pensamentos constantes, de pensamentos irregulares, de pensamentos dispersos, de pensamentos dolorosos, de pensamentos irracionais, de dor, de saudade, de medo, de inc...

Poema da Marta

Um poema que não entendo, numa mensagem que escrevo Nesta mensagem perdida que redigo ao meu contentamento Julgo a minha loucura escrevo como me apraz… E é amar-te assim, perdidamente… Escrevo como não sei, não sei como escrever Escrevo ao desalento, ao descontentamento, ao desconcerto E a todo o sentimento fugaz Escrevo para ti, perdido completamente Amanheço, contigo no peito Entardeço contigo no olhar Anoiteço contigo na alma Assim em poesia ardente… Paz de alma alegre coração A ti te dedico esta confusão, a ti estes versos que não dizem nada A ti mil e uma coisas mais E tão certo, perdidamente e completamente…

Segredos ilusões, palavras secretas e todas as coisas que te ficam ocultas…

Vou-me reconstruindo, laureado insano, de mim, rodeado de mim, triste de mim, deitado no chão abandonado… Erguendo-me, choro… Rodeio-me de mim, desconheço-me a mim, reinvento-me, desconheço o resultado desta reinvenção, pareço um trabalho em constante mudança, em constante indecisão, uma muralha que se ergue de volta desta pequena casa de dúvidas que se vão dissipando. Desligo-me de tudo, não quero reconhecer nada, escondo-me dentro de mim, pretendo que nada exista, excluo tudo, e recrio o que vier as minhas mãos vazias… Caio em mim, acordo, não que durma mas acordo, os meus olhos abrem-se para se aperceber de algo que vai despertando conforme o dia avança e conforma a vida recua… E sim, a vida recua de nós, vai-nos deixando a cada momento, vamos passando por ela como quem passa pela rua, desatento do mundo, desconectado, inerte de si mesmo, um autómato rectilíneo e insensato. E acordo, abro os olhos que sempre estiveram abertos, abro portas que quis fechar e por elas espreito com todo...

Não acredito no sonho.

Não acredito na esperança Não acredito em nada que me possa deixar mal Talvez tenha acreditado Talvez me tenha dedicado a sonhar Uma vez deitei-me a esperança Uma sonhei, permiti-te sonhar Feri-me do mundo Feri-me dos sonhos Banhei-me nas mentiras do mundo Banhei-me em repugna e enganos Deixe-me esconder da vista Deixe-me esconder da vida Amei quem amei Amei que perdi Amo quem amo Amo que talvez não devesse amar Contrapõe-se a necessidade de pensar Contrapõe-se a necessidade de amar… Desapareci… Desapareci mas permiti-te voltar… Acabei com a ilusão… Acabei com a vontade de sonhar… Morri por dentro… Morri por uma vontade de lutar… Arrasto-me agora por ruas vazias Arrasto-me estúpido, bêbado, sóbrio… Sozinho por ai… Sozinho aqui dentro, por amar…

Confortavelmente em perdição

Tudo, nada, realidades que se vão adensando, que se vão condensando, que se vão escondendo em cada rodar de cada jogada feita… Não sei… Surge-me a vontade de te ver e surge-me a vontade de fugir de ti, organizo-me desorganizadamente de forma espontaneamente errática, desfaço-me em figuras que desconheço, visto esse fato de perfeito tunante e assim dedico-me a vadiar… Quero fugir de ti, quero te perto de mim, perco-me contigo por perto, perco-te cada vez que não te tenho aqui… Solto um grito a desgarrada, surpreendo mil e uma mentes, faço algo que só a ti concerne, que só a ti faz sorrir, vou escondendo, vou contando, vou ocultando aquilo que deveria ir dizendo e ainda assim não há como dizer as coisas sem mostrar demasiado e ao mostrar demasiado tenho que voltar tudo atrás, tenho que reinventar tudo o que vou fazendo, tenho que fazer o que faço mas sem que pareça forçado, tenho que ser mais do que sou sem que seja que pareça algo demasiado irreal, demasiado metido a força, algo que pos...

Quero lembrar-me de ti, nunca te tirar da minha cabeça…

Quero lembrar-me dos teus olhos… Quero tê-los sempre presentes… Quero sempre ver o castanho deles, não quero ver olhos verdes, não quero ver olhos azuis, esses não me satisfazem… Quero ver os teus olhos castanhos, Quero olhar-te, velos em ti, quero ver-te a ti… Quero ver os teus cabelos negros Ondulados ao vento, transportados numa suave brisa ou simplesmente a pender da tua cabeça, tampando partes do teu rosto escondendo um pouco de ti… Quero sentir os teus lábios, gostaria de beija-los mas não arrisco algo que sei que provavelmente não desejaras… Quero sentir o teu cheiro, quero mergulhar no teu odor, quero conhecer todas as tuas mudanças, quero conhecer tudo o que me deres a conhecer… Quero dizer-te mil e uma coisa, quero repetir-te coisas que já te disse e que mesmo assim sei que preferirias nunca ouvir… Quero poder cruzar horas contigo e poder saber o que pensar, Quero perceber esses olhares que vamos trocando Quero compreender o que me escapa a compreensão cada vez que tento desv...

Ecos, Silêncio, Paciencia e Graça

Deixa-me perguntar-te coisas que não me querias dizer, ainda que sempre o tenha feito, sempre esperei uma resposta que me quiseste iludir em meias verdade que não vais querendo contar… Deixa-me, não sei nada desta realidade, as asas já a muito foram cortadas, tentei, sempre tentei, fiz desse fogo um farol, fiz desse farol uma casa, fiz dessa casa a minha ruína e determinado, tentei erguer-me e perguntar o motivo de todas essas perguntas inúteis… Sobrevivi, não sei como puxei todas as forças que tinha, tentei puxar por ti, tentei sempre dar-te tudo o que se pode dar a alguém que se ama, tentei dar-te o impossível e tudo o possível neste existência. Não sei, já desenhei inúmeras questões, pintei inúmeras equações, livrei-me de mim mesmo, libertei-me em grande parte daquilo que sou tentei libertar-te daquilo que és, daquilo que com tanta angústia tentas esconder de ti mesma. Pedir-te-ia apenas uma coisa, essa coisa que irias negar, que negarias e que negas todos os dias, procuraria uma fo...
Não compreendo. Tento, pensar em todas as teorias que me possam surgir, tento conjugar todos os factores que me surgem e no entanto, não encontro uma única resposta que satisfaça a questão que possa colocar face a tais acontecimentos que tão depressa parecem encaminhados para algo decente como de um momento para o outro se desfazem em pleno ar deixando apenas uma espécie de perfume apelativo e contagiante que deixa sempre mais a ser desejado. Como conjugar? Bem, creio que uma teoria valida, seja que a partida existe já uma premissa que indique a forma em como todo este comportamento se vai desenvolver, sendo este contudo tão oculto a razão e ao pensamento que me ilude de uma forma que aparenta ser magia… Estranho… Não existe um único meio de prever um comportamento humano ou por outra, se existe, creio que esta sempre cheio de falácias, pois falha em compreender a medida em como certos “radicais livres” que não sendo considerados, tais como a personalidade, a idade, os fac...